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Instituto UNO

CNPJ: 09.312.296/0001-50

Qualificado pelo MJ como OSCIP em 11/07/2008 (processo MJ 08071.015254/2008-66)

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Rua Salvador Simões, 801 - cj. 1208

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Promovemos a crianças e adolescentes acolhidos e com defasagens importantes na educação o acesso a saberes essenciais para que recuperem sua capacidade de aprendizado escolar, ampliem suas chances de inclusão no mercado de trabalho como jovens aprendizes e tenham mais autonomia após o acolhimento, sempre começando pela alfabetização.

 

O QUE É: um programa de Educação focado na Alfabetização e no Letramento de crianças e adolescentes acolhidos em Serviços de Acolhimento Institucional - os Abrigos, e que já passaram da idade ideal de alfabetização. Temos casos de adolescentes de 15 anos que mal escrevem seu próprio nome apesar de estarem já na 7ª série ou que nunca frequentaram uma escola formal. Criamos o projeto em 2010 dentro do Instituto UNO.

NOSSO PÚBLICO FINAL: crianças e adolescentes com defasagem importante na alfabetização, entre 7 e 17 anos, cujos direitos básicos foram violados ou ameaçados. Em geral vítimas de abandono temporário ou sumário, violência física e psicológica, abuso sexual, tentativa de aliciamento para tráfico de drogas e criminalidade.

A RELEVÂNCIA DESSA INICIATIVA: depois de pesquisar, observar e ouvir várias Instituições que trabalham com este público, vimos que o analfabetismo com idade avançada é a RAIZ de vários outros problemas graves, como o fracasso no desempenho escolar, aliado a problemas de disciplina, o que retroalimenta o fator inicial. A médio prazo, fracasso na inclusão de adolescentes a partir de 15 anos no mercado de trabalho – algo essencial no projeto de seu ‘desacolhimento’ aos 18 anos. Todo o trabalho da Rede de Proteção para garantir-lhes um futuro melhor pode não dar frutos se não tratarmos a questão a tempo, o que as escolas não têm conseguido fazer. Além disso, a incapacidade de ler e escrever faz com que outros Projetos oferecidos a estes abrigos, de música, arte, esporte, inclusão digital, educação ambiental, etc., sejam inviáveis ou mal aproveitados. Todos dependem de leitura e escrita.

DIAGNÓSTICO: partimos de um diagnóstico realizado em 18 Abrigos nas cidades de São Paulo e Santana do Parnaíba em 2009, que nos revelou que mais de 92% de seus moradores acima de 6 anos, mesmo frequentando a escola, apresentavam problemas graves de alfabetização.

 

AGRAVANTES: crianças nessas situações têm uma peculiaridade. A dificuldade em enfrentar uma situação de analfabetismo total ou funcional é potencializada pelas inconstantes situações psicoemocionais que dão origem à maioria dos bloqueios de aprendizagem. No mundo letrado quem não domina o código de comunicação será excluído eternamente. O fato mais grave é que para este público, quanto mais o tempo passa, mais demora a se alfabetizarem.

OBJETIVOS DIRETOS

  1. Alfabetizar todas as crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social acolhidos em Abrigos na cidade de São Paulo e Grande SP

  2. Acelerar seu processo de alfabetização (migrar do nível Pré-silábico para Alfabético) e letramento (até atingir estágio de leitura fluente e compreensão satisfatória dos conteúdos)

  3. Melhorar seu desempenho escolar

  4. Ampliar o seu universo cultural – derrubar as fronteiras que a barreira da leitura e da escrita impõe a quem não as domina

 

O QUE É: um projeto de educação financeira que aborda dois aspectos fundamentais: Finanças Pessoais e Finanças Comportamentais

 

Criado por solicitação dos Serviços de Acolhimento, oferece aos seus adolescentes oportunidades de conhecer e vivenciar teorias e práticas do universo financeiro para que se organizem e se planejem diante dos desafios pessoais e profissionais que já estão surgindo nesta fase de vida.

 

DIAGNÓSTICO: no acolhimento, medida de proteção integral, eles são cuidados o tempo todo. As ‘contas’ estão resolvidas e as finanças ainda não fazem parte relevante de suas vidas. Essa proteção, que por um lado é tão necessária, por outro não favorece que reflitam sobre questões financeiras ou assumam responsabilidades antes de se lançarem sozinhos ao mundo. A educação sobre o tema pode e deve receber uma atenção especial e em alguns casos urgente, sempre de forma focada e sistemática.

 

PREMISSA: tocar nos pontos que desafiam o desenvolvimento e deixam à mostra os limites dos jovens é algo delicado, exige que uma escuta atenta e ativa seja acionada para que questões reais e emergentes surjam deles de forma espontânea e livre de constrangimentos.

COMO ATUAMOS: alternamos os encontros semanais ou quinzenais nos serviços de acolhimento com vivências externas que promovem situações reais monitoradas. Nesses ambientes, observamos seus saberes e os compartilhamos. Identificamos seus potenciais e os estimulamos. Oferecemos estímulos e caminhos para que reconheçam e enfrentem limites e dificuldades, dos cálculos matemáticos simples ao planejamento financeiro mais complexo para conquista de sonhos materiais e imateriais. Este conjunto de questões orientam a criação de projetos individuais e coletivos, com temas que surgem nas simulações de cada trajetória de vida, respeitando assim o “querer saber...”, os desejos e interesses únicos de cada adolescente.

Técnicas e metodologias próprias que contemplam a interação e a ludicidade apresentam os conteúdos que compõe nosso Programa Pedagógico, fundamentado em 6 pilares:

 

  1. O Valor das Coisas

  2. Consumo Consciente

  3. Talentos e Profissões

  4. Planejamento

  5. Sistema Financeiro

  6. Potencial: transformar dificuldades em ação